Mensagens

A mostrar mensagens de dezembro, 2020

Direito de Falar

  Todos nós queremos, e temos o direito de falar. Mas nem todos nos dão esse direito. Porquê? Vemos isso nos debates políticos, futebolísticos, religiosos, etc. O mesmo se passa quando estamos numa reunião de trabalho, escolar, condomínio e também quando estamos num grupo de amigos.      Sempre que começamos a falar, não conseguimos continuar, porque somos interrompidos por quem já falou anteriormente, e dificilmente conseguimos continuar e concluir o nosso raciocínio. Essas  pessoas, tem de perceber, que não são as únicas pessoas que estão  presentes e muito menos o centro de todas as atenções. Todos nós temos o direito de falar, e há que saber distribuir o tempo por todos e acima de tudo saber ouvir os outros. Razão essa pela qual, há sempre um coordenador/líder de reunião, para poder gerir bem os tempos. Isso vê-se sempre nas reuniões de trabalho e nos programas de debate televisivos, para que todos os presentes tenham o direito de falar, sem sere...

Crianças de hoje em dia e as crianças de há trinta anos

    As crianças de hoje em dia têm passatempos muito diferentes das de há trinta anos atrás. Passam os tempos livres metidos em casa a jogarem playstation e jogos online através dos telemóveis dos pais, e há trinta anos passavam os dias livres na rua a jogarem à bola, às escondidas, à rolha, etc. Há trinta anos os jovens não tinham internet, não havia telemóvel, e os jogos de computador que havia na altura eram os da Spectrum. Jogos esses que se tinha que meter a cassete no gravador, fazer o “ load aspas aspas enter ”, e tinha que se esperar quase meia hora para que o jogo entrasse, e por vezes o mesmo não entrava.     Há  uns anos atrás, as crianças passavam uma boa parte do seu tempo livre a brincarem com os amigos ao ar livre, e raramente estavam em casa. Os pais ralhavam com os filhos por não estarem a uma determinada hora em casa, e quando não chegavam a horas certas, eram levadas para a sua habitação pelas orelhas. E se apanhassem um castigo, n...

O Domingo é um dia chato

      O Domingo costuma ser o dia mais chato da semana. Principalmente ao final da tarde. Vem aí mais uma semana de trabalho, vêem-se poucas pessoas a circularem na rua e gostam de passar as últimas horas de folga em casa junto das famílias e a prepararem-se para a semana de trabalho que vem aí. No sábado já não se nota tanto. Vêem-se mais pessoas a circular na rua, andam mais alegres porque estão a gozar o primeiro dia de folga da semana, e sabem que amanhã não têm que se levantar cedo. Apesar de haver pessoas que trabalham ao sábado, a maioria da parte da manhã. Muitas até só folgam um dia por semana, e o dia de folga pode não ser ao domingo. Ou há quem tenha duas folgas, mas separadas. Isto é, não as gozam seguidas. Mas são raros os casos.     Beja, que é uma cidade onde já vivi, durante os dias da semana, são imensas as pessoas que se vêem a circular pela cidade. Estudantes, trabalhadores, residentes, etc… vê-se muita gente que não é de Beja mas, que lá es...

Mundo do Trabalho – Parte V

      Na maioria das empresas, existem funcionários que fumam, e que de X em X tempo fazem uma pausazinha para fumar o seu cigarrinho. Acontece que, quando um vai fumar, a turma toda vai atrás, e pelo menos uns quinze minutos são perdidos na conversa, na gargalhada, enquanto fumam o seu cigarro. Se estes trabalhadores, fazem esta pausa duas vezes durante o período da manhã e outras duas durante o período da tarde, fazendo as contas são sessenta minutos. Isto é, uma hora perdida no paleio, podendo estar todo este tempo a trabalhar para a empresa. Fora as pausas que fazem para ir à casa de banho, para comerem, acrescentando o tempo que estão a falar ao telemóvel fora do âmbito de trabalho, e o tempo que perdem quando estão a navegar nas redes sociais se o trabalho o permitir. Existem vários trabalhos em que as empresas bloqueiam as redes sociais para que os seus trabalhadores não percam tempo e se distraiam com elas.       Quando  trabalhei em Almada, ...

Mundo do Trabalho – Parte IV

       Existem muitos CEOs que por consideração aos seus trabalhadores, quando passam por dificuldades financeiras e estão aflitos para pagar aos seus colaboradores, chegam a vender alguns dos próprios bens patronais para pagar a quem trabalha para eles. Chegam a vender os próprios carros, terrenos, ouro, e outros bens.        Também existem aqueles freelancers a trabalhar a recibo verde, que são contratados para prestarem os seus serviços a empresas (exemplo: formadores), quando os trabalhadores não cumprem bem o seu papel, se arriscam a não serem pagos. Mesmo tendo eles feito bem o seu trabalho, mas não foi apreciado pelos clientes, e o castigo que os CEOs das empresas lhes dão, é não lhes pagarem, apesar do esforço que fizeram. Então do que vivem essas pessoas? Os jogadores de futebol quando a sua equipa perde um jogo, não deixam de receber. Independentemente do resultado, eles recebem sempre o ordenado a que têm direito. Não pagar a um ...